terça-feira, 31 de janeiro de 2017

TRÊS BANCOS DE CIMENTO

Está mais do que claro que eu já citei várias vezes os encontros entre amigos realizados nas esquinas e jardins da minha cidade.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

COMO ENTENDER UMA ELEIÇÃO.

Gostaria de entender, mas não consigo.
Depois vão dizer que me explicaram e eu mostrei não entender nada e a coisa ficou nisso mesmo. Deu para entender? Pois é. Vou explicar.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

APRENDER COM O CIÁTICO

Encontro o Daniel perto da minha casa. Percebo que ele tem dificuldades ao andar.
- O que foi que aconteceu com você? - perguntei.

REPOSTA AO TELEFONE

Há maneiras e palavras de se atender a um chamado telefônico. Cabe a cada um formar o seu jeito e, por mais que seja diferenciado, me parece que ao dizer "alô"seria o ideal. Mas não é.

domingo, 22 de janeiro de 2017

O VELÓRIO IRÁ COMPROVAR

E lá ele se foi.
Dizem que eu seria um cara interessante e tinha sempre uma saída para qualquer caso fosse ele sobre esporte, política, amor e outras versões. Gostava de opinar sobre todos os assuntos e levava comigo o adjetivo próprio para testemunhar sobre qualquer coisa. Interessante!

sábado, 21 de janeiro de 2017

PAIDÉIA: A CHAVE GREGA

Um dia, Sócrates me falou que ele estaria à minha disposição para alguns ensinamentos filosóficos para que eu entendesse melhor o mundo e o que se passa por ele e enfatizou: tudo depende de nós ou de cada um e nós.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

PARA ONDE EU FUI PARAR.

Não sei porque eu me aproximei daquele bolo de gente que estava gritando por justiça numa praça de São Paulo.
Inicialmente eu apenas observava, e dentro de alguns minutos já estava agitando um lenço branco que peguei do meu bolso da calça e logo foi substituído por uma pequena bandeira vermelha e gritar "fora Temer".
Assustei-me. Fui naquele local atraído pela pequena gritaria e, em pouco tempo, estava me envolvendo com um grave problema politico.
Logo que percebi a besteira que havia feito - saber o que estava acontecendo - tentei voltar ao local onde estava e de
onde havia partido para saber o que estava acontecendo. Saí correndo para longe daquele local sem perceber que um grupo de jovens também  correu e tudo parecia inexplicável.
Lembrei-me que estava numa praça paulistana e tudo o que deveria fazer era me afastar daquele local. Tentei e fiquei nisso mesmo. Sentindo o meu corpo apertado por todos os lados por aqueles jovens inquietos que me empurravam e xingavam personalidades políticas, percebi que a minha única saída era me "arrancar"mesmo. Consegui!
Mais distante daquele aglomerado de pessoas, que gritavam e nem sabiam o porque, aquele bolo de inquietos descontentes com alguma coisa que não sei o que era, puxei fundo a respiração e procurei entender o que estava acontecendo.
Posso garantir que até agora não sei como aquela manifestação popular começou e nem como iria acabar. E o pior é o que eu não entendia o que estava fazendo naquele meio. Alguém saberia me explicar?
Percebi, encostada num muro daquele praça, uma cadeira de plástico branco solitária e tratei de me sentar sobre ela, e continuei observando e pensando como tudo aquilo estava acontecendo.
As pessoas aclamadas em gritos de guerra eram variadas e não percebi que se tratava de movimentos de protestos contra o presidente da República, contra o ex-presidente, contra o governador, contra o prefeito, contra tudo e contra todos. Até parece que a política havia terminado e agora era gritar e gritar alto para mostrar liderança, etc.  Nada disso. A polícia veio e começou o empurra-empurra para acabar com aquela multidão em que se transformou a pequena concentração de jovens, naquela praça.
Faz meses que as coisas aconteceram e a presidente foi mandada para a casa, o vice-presidente assumiu o poder, houve eleições municipais, etc e o povinho continua se manifestando contra tudo e contra todos.
Num país como o Brasil, essas coisas são difíceis de serem colocadas em ordem, porque em Brasilia a sede do Legislativo, as desavenças continuam como se  num tom musical desafinado e difícil de ser entendido.
Levantei-me daquela cadeira e com muita calma fui caminhando em direção de onde não sei, na esperança de encontrar um certo silêncio, mas percebi que somente isso seria certo no passar de mais algumas horas.
Posso garantir que agora, deitado em minha cama, não consegui entender nada do que havia acontecido.
Sem perceber, entrei no meio da confusão e saí dela carregando uma bandeira vermelha em uma das minhas mãos e um lenço branco na outra mão.
Aprendi. Agora, para sair de casa devo escolher melhor para onde vou e tomar cuidado com. . . deixemos isso pra lá. Tá?

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

RODINHA DAS MENTIRAS

Depois de algum tempo afastado do meu teclado, resolvi voltar a escrever novos comentários, na busca de chegar a um novo livro, para ser anexado à minha coleção de besteiras escritas.
Bem pode ser que para você que está lendo não ache isso, mas a maioria afirma que são besteiras que não deveriam ser lidas, no entanto, a obrigação ou a curiosidade acabam a serem lidas e até. . . gostando! É mole?
Pelas ruas das cidades em que eu volveio( gostaram?) encontro muita gente reclamando da falta dos meus livros nas bancas de revistas e livrarias. Interessante.  Como isso é possível?
No Facebook os meus artigos eram publicados diariamente, enquanto o jornal Cidade da minha Rio Claro, arriscava a todos os dias ser criticadas pela publicão das minha notas.  Olha aí, meu!
Mas vamos deixar pra lá tais elogios e vamos ver o que acontece.
Hoje, pela manhã, acordei muito disposto e logo tentei sair da cama e iniciar os primeiros passos dos exercícios -que nunca fiz - e que ao encontrar com os amigos afirmava te-los feito. Mentira! mas somente eu sabia disso.
No bate papo, quase sempre falamos em futebol ou na política local ou nacional e até internacional. Era ali que muitos mentiam e nem ficavam com suas faces rosadas ou avermelhadas indicando tal conduta.
-Vocês sabem quem morreu e foi noticiado pela manhã? - arriscou o Peteco, aquele que nunca deixa a peteca cair.
Como ninguém perguntou, o contador da morte continuou.
- O Djalma!
Um olhou para os outros da rodinha, fórmula apresentada pela formação daquele grupo de fofoqueiros e futebolistas mentirosos e alguém tentou:
- O Djalma que arrancou as suas calças sem alças?
Todos caíram em risadas sarcásticas. (Será que existe esse tipo de risada?)
Pois bem, depois que o Peteco contou quem era o verdadeiro Djalma,  todos acabaram respeitando o seu conto e demonstraram uma tristeza sarcástica.( Será que existe essa forma de tristeza?)
Vocês devem ter percebido que estou fora de forma na escrita. Imaginem então para as demais coisas corriqueiras do dia-a-dia. 
Mas ali no entretenimento do grupo a minha palavra poderia ser considerada importante, desde que verdadeira. Aí que a coisa pega. E como pega! Ou ainda onde haveria de pagar o pato.
Os meus amigos ficavam esperando a nova do dia e eu, acreditando neles, acabava até inventando estória. Muitas passavam para a história mas a maioria era estraçalhada por eles E como era divertido, para eles, é claro!
Quando o relógio marcava a hora da saída, cada um desejava um bom dia a todos e se dirigiam aos seus objetivos diários.  A maioria com suas pernas e colunas doloridas e apoiando nas suas bengalas, tentavam chegar às suas casas e se dirigindo logo ao sofá da sala ou na cama do quarto para recuperar o fôlego e o afastamento da PIA - a Potência da Idade Avançada. E depois, ali ficavam, cada um à sua maneira, sonhando com as mentiras que iria contar, na mesma rodinha dos amigos na manhã seguinte.
E vamos vivendo. Não é mesmo?