Entro numa lanchonete e peço uma vitamina, mais conhecida como vitaminado ou frutas picadas e trituradas na liquidificador, levando a mistura do leite, do açúcar e gelo. Pronto!
Brinco com a senhora que me atende e fico sabendo que era o dia do seu aniversário. Olho para meia dúzia de pessoas que estavam aguardando o atendimento de seus pedidos e comando um parabéns para você, dirigido a ela.
Sucesso. Todos cantam e sorriem. A aniversariante deixa brotar algumas lágrimas dos seus olhos e me disse:
- Nunca fui homenageada assim. Estou emocionada!
Engraçado como são as pessoas.
Somos diferentes na maneira de pensar e agir mas,m quando somos feridos, os nossos sentimentos e a emoção aparecem e tudo fica simples e contagiante. Foi o que aconteceu com aquela senhora, que estava ficando mais velha deidade, naquele dia. Simpática e brincalhona com os fregueses, ela tirava tudo de letra. Sabia a hora de brincar e o momento de se mostrar uma pessoa bastante séria. Eu a admiro muito por isso.
Saí daquele local me sentindo aliviado por ter feito uma pessoa feliz.
Você sabe o que significa fazer alguém feliz?
Sabe? Então porque não faz disso um costume diário, ou seja, fazer pessoas felizes. É difícil, não é?
Que nada. É fácil ate demais. Vai depender do seu estado de espírito.
E por falar nisso, você sabe o que significa estado de espírito?
Não sabe? Então anota aí.
Estado de espírito é um momento que marca a nossa personalidade. Uns tem essa espécie de ação porque o estado de espírito é uma ação individual e exclusiva das pessoas. Todas tem a característica de se emocionar e, com tal emoção, livra-se do seu conteúdo que está grudado ou solto na sua mente e influindo em tudo aquilo que você faz ou está fazendo. O estado de espirito está implícito nas nossas ações e elas acabam se identificando ou não com as que são emitidas pelas outras pessoas. Há, neste momento, um compartilhamento de interesses sobre a mesma ação e acabamos nos sentindo melhor estimulados em praticá-las. Nasce no nossos espírito - ou mente(?) - a vontade de ser útil ou não para determinada pessoa ou coisa. Deu pra perceber?
O estado de espírito é individual e jamais será coletivo. Depende de cada um e da sua maneira de pensar e ver as coisas à sua frente. Por sermos diferentes uns dos outros, sabemos o que acontece quando o nosso estado de espirito se identifica com o estado de espirito de outra pessoa. Acaba tudo em festa e mais festa. Alegria!
Por isso, aquela meia dúzia de pessoas sorriram e cantaram homenageando a aniversariante do dia. Todas compartilharam o seus sentimentos e emoções numa única espécie de estado de espírito. Eu não disse coletivo estado de espírito porque isso não existe.
Estado de espírito é algo para estudarmos constantemente porque ele pode nos levar a momentos felizes e também para momentos e fatos infelizes e perigosos. Tudo depende de cada pessoa.
Quando a mim, eu sempre procurei nortear o meu estado de espírito para as coisas boas e acontecimentos construtivos e jamais destrutivos. Assim, sempre fui feliz com ele e espero que muitos sejam como eu sou.
Quando ouço algo de Vinicius de Moraes ou outro poeta brasileiro mostrando um magnífico estado de espírito em suas canções, entendo o que significa que o orvalho é a lágrima da flor ou que o amor é a coisa mais triste quando se desfaz. Assim, entendo que nesse momento, o meu estado de espirito se compartilhou com o do poeta.Muito bom!
E o seu? Como é que ele anda?
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
MENTIR VALE A PENA
Numa das minhas notas, eu citei o problema absurdo praticado por dois correligionários do Taleban,no Paquistão, ao mandarem uma bala de uma arma de fogo na cabeça de uma menina que apenas queria ser mulher e saber os conhecimentos sobre o desenvolvimento cultural e educacional da sua terra e do mundo.
- Mulher não é para isso - diriam os talebans, antes da covarde tentativa de morte. A pobre menina que garante que irá continuar com sua luta em defesa da mulher, está internada num hospital, em Londres. Provavelmente, sofrerá outra tentativa. de morte. Com certeza!
Leio nos jornais que, no Afeganistão, a violência contra a mulher chegou a tal ponto que o estupro está sendo considerado uma arma normal e legal quando praticado pelos homens daquele país.
O absurdo chega ao máximo onde até meninas, com seis anos de idade, estão sendo sacrificadas por atos violentos e intoleráveis da parte de jovens e velhos afegãos. Que coisa não é?
Um pai, ao ver um filme onde a sua filha, com apenas onze anos de idade, estava sendo vilipendiada e estuprada não aguentou e teve um enfarto, morrendo em seguida.
Casos como esses, onde meninas e jovens mulheres afegãs são estupradas, tem a ,explicação da parte dos homens afirmando que é para isso que as mulheres existem, ou seja,para satisfazer aos desejos sexuais dos homens.. e outras cositas más.
A ONU já mandou os seus agentes e comissários para o Afegão para conhecerem de perto esse problema que está muito mais voltado para a cultura afegã do que para a cultura do resto do mundo. E pensar que pela Lei cristã somos todos iguais e com direitos iguais perante Deus. Pois ë? Só que por lá não se fala e nem se ora de acordo com o cristianismo e sim pelo que determina o Alcorào. É aqui, portanto, que coisa pega. E como pega. Como está pegando agora, com você lendo essas linhas.
Não conheço a fundo o que manda o livro de Maomé sobre os povos do médio oriente ou de outros locais da Europa e da Ásia, porém sei que cabe a cada um deles, como a cada um de nós, a defesa dos mais fracos ou de qualquer outro ser humano que, fragilizado, nos pede ajuda.
Essa falta de reconhecimento de outros "irmãos" nos traz a lembrança da disputa de Caim com Abel para ver quem ganhava a melhor atenção de seus pais Adão e Eva. Valia tudo. Até mentiras deslavadas. Adão era obrigado a suportar essa disputa para entender melhor os seus dois filhos. E. deu no que deu. Está provado que mentir vale a pena, ou não?
Ontem foi a mentira. Hoje é a violência! Depois, os mais fracos, principalmente as meninas ou jovens mulheres, são as que pagam por isso.
E por falar em mentira, é preciso lembrar que no Brasil, em termos políticos, há um grande partido que usa a mentira para chegar ao ápice da popularidade. Foi com isso que essa agremiação elegeu um presidente da república e acaba de eleger o prefeito de SãoPaulo. O pior é que eu desconfio que o pessoal que comanda esse partido deve fazer um teste para aquele que quiser entrar para as suas hostes e disputar algum cargo político.
Vamos lá, então.
Fernando Haddad, que se situava em terceiro lugar, no primeiro turno das eleições, obrigou-se a fazer parcerias com outros partidos e conseguiu, com isso, ganhar a prefeitura. Fácil, não é?
Agora, ele diz ao ESTADÃO, que para ele não existe essa do é dando que se recebe.
Será que, apenas três dias depois de ter sido eleito, ele se esqueceu que a força dada pelo apoio por outros partidos políticos foi o principal fator que o levou a vitória? Será que ele pensa que esses outros partidos apenas queriam que ele ganhasse sem receber nada em troca? Somente pela sua postura jovem e bonito? OH Meu!
Posso estar enganado mas o Haddad já aprendeu a principal lição do seu paertido: MENTIR. E está provando que sabe fazer isso muito bem.
O último que fez isso toda a vida foi um barbudinho de Guaranhuns.
Né não?
- Mulher não é para isso - diriam os talebans, antes da covarde tentativa de morte. A pobre menina que garante que irá continuar com sua luta em defesa da mulher, está internada num hospital, em Londres. Provavelmente, sofrerá outra tentativa. de morte. Com certeza!
Leio nos jornais que, no Afeganistão, a violência contra a mulher chegou a tal ponto que o estupro está sendo considerado uma arma normal e legal quando praticado pelos homens daquele país.
O absurdo chega ao máximo onde até meninas, com seis anos de idade, estão sendo sacrificadas por atos violentos e intoleráveis da parte de jovens e velhos afegãos. Que coisa não é?
Um pai, ao ver um filme onde a sua filha, com apenas onze anos de idade, estava sendo vilipendiada e estuprada não aguentou e teve um enfarto, morrendo em seguida.
Casos como esses, onde meninas e jovens mulheres afegãs são estupradas, tem a ,explicação da parte dos homens afirmando que é para isso que as mulheres existem, ou seja,para satisfazer aos desejos sexuais dos homens.. e outras cositas más.
A ONU já mandou os seus agentes e comissários para o Afegão para conhecerem de perto esse problema que está muito mais voltado para a cultura afegã do que para a cultura do resto do mundo. E pensar que pela Lei cristã somos todos iguais e com direitos iguais perante Deus. Pois ë? Só que por lá não se fala e nem se ora de acordo com o cristianismo e sim pelo que determina o Alcorào. É aqui, portanto, que coisa pega. E como pega. Como está pegando agora, com você lendo essas linhas.
Não conheço a fundo o que manda o livro de Maomé sobre os povos do médio oriente ou de outros locais da Europa e da Ásia, porém sei que cabe a cada um deles, como a cada um de nós, a defesa dos mais fracos ou de qualquer outro ser humano que, fragilizado, nos pede ajuda.
Essa falta de reconhecimento de outros "irmãos" nos traz a lembrança da disputa de Caim com Abel para ver quem ganhava a melhor atenção de seus pais Adão e Eva. Valia tudo. Até mentiras deslavadas. Adão era obrigado a suportar essa disputa para entender melhor os seus dois filhos. E. deu no que deu. Está provado que mentir vale a pena, ou não?
Ontem foi a mentira. Hoje é a violência! Depois, os mais fracos, principalmente as meninas ou jovens mulheres, são as que pagam por isso.
E por falar em mentira, é preciso lembrar que no Brasil, em termos políticos, há um grande partido que usa a mentira para chegar ao ápice da popularidade. Foi com isso que essa agremiação elegeu um presidente da república e acaba de eleger o prefeito de SãoPaulo. O pior é que eu desconfio que o pessoal que comanda esse partido deve fazer um teste para aquele que quiser entrar para as suas hostes e disputar algum cargo político.
Vamos lá, então.
Fernando Haddad, que se situava em terceiro lugar, no primeiro turno das eleições, obrigou-se a fazer parcerias com outros partidos e conseguiu, com isso, ganhar a prefeitura. Fácil, não é?
Agora, ele diz ao ESTADÃO, que para ele não existe essa do é dando que se recebe.
Será que, apenas três dias depois de ter sido eleito, ele se esqueceu que a força dada pelo apoio por outros partidos políticos foi o principal fator que o levou a vitória? Será que ele pensa que esses outros partidos apenas queriam que ele ganhasse sem receber nada em troca? Somente pela sua postura jovem e bonito? OH Meu!
Posso estar enganado mas o Haddad já aprendeu a principal lição do seu paertido: MENTIR. E está provando que sabe fazer isso muito bem.
O último que fez isso toda a vida foi um barbudinho de Guaranhuns.
Né não?
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
DOCTOR SYLVANA STRIKES AGAIN
Olha ele aí gente!
Ele falou e voltou!
Eu não disse que ele voltaria. Agora, é pra valer!
Hoje é Fernando,o paulista. Amanhã é o Lula de Guaranhuns, na cabeça.
É forró em todos os cantos da capital dos paulistas. Só alegria e requebro dos corpos.
Estamos todos convidados. E quem é que não vai aceitar tal convite?
Claro, porque como todo brasileiro, o paulistano também gosta de forró. Ou não gosta?
E, assim vamos em frente.
As eleições terminaram.
São Paulo tem um novo prefeito, jovem e, segundo ele mesmo, muito atuante. Será? Vamos esperar para ver.
Vários aspectos emocionais influenciaram no resultado do segundo turno dos paulistanos e isso deu no que deu. O PT voltou a comandar São Paulo. Com mensalão ou sem mensalão, o PT ganhou e vai ditar a sua cátedra aos paulistanos. Espera-se para ver.
Quem foi que disse que o paulistano está preocupado com o mensalão e com os seus réus já condenados pelo STF?
É possível até que aqueles que vieram viver em São Paulo digam que o verdadeiro maestro é o barbudinho e o STF e os seus ministros, incluindo o corajoso Ministro Barbosa, perderam para o PT. Isso mesmo: perderam para o PT e estamos conversados!
Sái pra lá, oh mêu. Acorda maestro!
Os réus condenados estão comemorando a vitória do seu partido nas eleições e aguardam os convites para participarem do novo governo de São Paulo. Alguém duvida? Só o
notável Ministro Barbosa poderá afirmar que tais políticos foram condenados e não podem assumir cargos públicos, até o cumprimento final das suas penas.
Estais brincando, Barbosa?
Quem manda, a partir deste momento, é o PT com ou sem as sentenças do STF. Duvida? Então desafie esse partido e o seu barbudinho do nordeste. Você vai acabar sendo preso, com aplausos do Zé Dirceu, Genoino e Delúbio. Com certeza!
Mas vamos aos fatos reais e deixarmos as futricas para as eleições de 2014.
Tudo contribuiu para que o PT vencesse as eleições paulistanas. No entanto, há necessidade de ser analisado o aspecto da inovação. Vivemos num mundo em mudanças constantes e buscamos o inovatório para que as coisas possam melhorar.
Se de um lado apareceu um jovem que jamais participou de alguma eleição, a não ser para diretórios estudantis, do outro estava um coroa viciado a participar de todas as eleições, nem se importando qual o cargo disputado. O povo não quis saber de candidato com experiência administrativa pública e mandou ver. Pau no velho e flores para o novo. O resultado está aí pra ninguém botar defeito.
O tal do candidato Russomano, destruído por um bispo católico, e o Chalita, com a proteção do Sarney e também da igreja católica, já garantiram os seus ministérios do governo/Dilma ou secretarias do Haddad. É esperar para ver e vamos ver mesmo!
E os evangélicos? Estes ficaram lambendo os lábios, sem provar da fruta proibida das eleições. Os católicos com os seus padres, bispos e cardeais mostraram que mandam e influenciam muito. Né não? Esqueceram-se os evangélicos da lição principal:
É dando que se recebe!
Não é essa a regra na política? Pois essa frase nasceu de um ministro da era dos governos militares. Lembram-se dele? Eu não me lembro do seu nome e nem do seu rosto.
A aleluia de cargos passou a ser uma coisa natural entre os políticos e justifica-se a performance de um candidato que se encontrava em terceiro lugar nas pesquisas do primeiro turno e acaba ganhando o segundo turno e levando a taça.
São Paulo foi total com o candidato jovem e virgem mas inexperiente, contra a experiência política de um esfomeado por eleições como o José Serra. Vá gostar de eleições no inferno, diriam os seus companheiros de partido, diante dos sorrisos de gozação dos eleitores. Com isso, não foi somente a vitória do homenzinho de Guaranhuns e do PT que fizeram a diferença mas a carequinha do ambicioso do PSDB, o derrotado! Derrota essa que influenciará nas eleições para Presidente da República e para Governador do Estado em 2014, porque se o PT renovou na candidatura para prefeito municipal de São Paulo, espera-se que outra renovação possa ocorrer com um outro jovem ou desconhecido como o seu candidato para governar o país ou o Estado dos paulistas. Será?
E a Dilma, vai continuar ou dará o seu lugar para que o Lula tente conseguir re-conquista-lo? Outra vez? OH Meu Deus!
Espera-se que o ex-preisdente não tenha sido picado pelo mesmo mosquito que picou o Serra e vá querer ser sempre candidato a alguma coisa porque o povo do nordeste/nordeste e o do nordeste/paulista ( agora com a pele cor de jambo) garantem a sua eleição. Alguém duvida?
Será esse o Brasil que gostaríamos de ver no futuro, com suas leis e os seus direitos obedecidos, respeitados e resguardados, sem a manipulação de votos ou oferendas políticas aos mensaleiros de plantão?
Eu não gostaria que os novos políticos e jovens eleitos fossem manipulados pelos mais velhos ou donos de partidos políticos. Nada disso! Tudo que foi renovado deverá ser sempre renovado com a esperança de encontrarmos dirigentes confiáveis e corretos para todos nós.
Caso o Haddad queira disputar as eleições de 2014 para presidente, governador e ou deputado federal, precisará se lembrar que uma das suas armas para ganhar as eleições municipais do Serra foi lembrar que o candidato do PSDB deixou a Prefeitura para concorrer - e ganhou! - a governança do Estado. Traiu os seus eleitores.
Isso acontecendo, a rio-clarense Nadia Campeão, ficará com o trono e o cetro paulistano em suas mãos porque "Rei morto! Viva a rainha! ". Assim, o PSDB morre em São Paulo e renasce o PT. Aliás, já está renascendo.
O seríssimo e respeitado governador Alkmin que se cuide, por que o Doctor Sylvana strikes again ou seja: o barbudinho Lula vai atacar outra vez e não haverá Superman ou Capitão Marvel para enfrentá-lo. Né mesmo?
i
Ele falou e voltou!
Eu não disse que ele voltaria. Agora, é pra valer!
Hoje é Fernando,o paulista. Amanhã é o Lula de Guaranhuns, na cabeça.
É forró em todos os cantos da capital dos paulistas. Só alegria e requebro dos corpos.
Estamos todos convidados. E quem é que não vai aceitar tal convite?
Claro, porque como todo brasileiro, o paulistano também gosta de forró. Ou não gosta?
E, assim vamos em frente.
As eleições terminaram.
São Paulo tem um novo prefeito, jovem e, segundo ele mesmo, muito atuante. Será? Vamos esperar para ver.
Vários aspectos emocionais influenciaram no resultado do segundo turno dos paulistanos e isso deu no que deu. O PT voltou a comandar São Paulo. Com mensalão ou sem mensalão, o PT ganhou e vai ditar a sua cátedra aos paulistanos. Espera-se para ver.
Quem foi que disse que o paulistano está preocupado com o mensalão e com os seus réus já condenados pelo STF?
É possível até que aqueles que vieram viver em São Paulo digam que o verdadeiro maestro é o barbudinho e o STF e os seus ministros, incluindo o corajoso Ministro Barbosa, perderam para o PT. Isso mesmo: perderam para o PT e estamos conversados!
Sái pra lá, oh mêu. Acorda maestro!
Os réus condenados estão comemorando a vitória do seu partido nas eleições e aguardam os convites para participarem do novo governo de São Paulo. Alguém duvida? Só o
notável Ministro Barbosa poderá afirmar que tais políticos foram condenados e não podem assumir cargos públicos, até o cumprimento final das suas penas.
Estais brincando, Barbosa?
Quem manda, a partir deste momento, é o PT com ou sem as sentenças do STF. Duvida? Então desafie esse partido e o seu barbudinho do nordeste. Você vai acabar sendo preso, com aplausos do Zé Dirceu, Genoino e Delúbio. Com certeza!
Mas vamos aos fatos reais e deixarmos as futricas para as eleições de 2014.
Tudo contribuiu para que o PT vencesse as eleições paulistanas. No entanto, há necessidade de ser analisado o aspecto da inovação. Vivemos num mundo em mudanças constantes e buscamos o inovatório para que as coisas possam melhorar.
Se de um lado apareceu um jovem que jamais participou de alguma eleição, a não ser para diretórios estudantis, do outro estava um coroa viciado a participar de todas as eleições, nem se importando qual o cargo disputado. O povo não quis saber de candidato com experiência administrativa pública e mandou ver. Pau no velho e flores para o novo. O resultado está aí pra ninguém botar defeito.
O tal do candidato Russomano, destruído por um bispo católico, e o Chalita, com a proteção do Sarney e também da igreja católica, já garantiram os seus ministérios do governo/Dilma ou secretarias do Haddad. É esperar para ver e vamos ver mesmo!
E os evangélicos? Estes ficaram lambendo os lábios, sem provar da fruta proibida das eleições. Os católicos com os seus padres, bispos e cardeais mostraram que mandam e influenciam muito. Né não? Esqueceram-se os evangélicos da lição principal:
É dando que se recebe!
Não é essa a regra na política? Pois essa frase nasceu de um ministro da era dos governos militares. Lembram-se dele? Eu não me lembro do seu nome e nem do seu rosto.
A aleluia de cargos passou a ser uma coisa natural entre os políticos e justifica-se a performance de um candidato que se encontrava em terceiro lugar nas pesquisas do primeiro turno e acaba ganhando o segundo turno e levando a taça.
São Paulo foi total com o candidato jovem e virgem mas inexperiente, contra a experiência política de um esfomeado por eleições como o José Serra. Vá gostar de eleições no inferno, diriam os seus companheiros de partido, diante dos sorrisos de gozação dos eleitores. Com isso, não foi somente a vitória do homenzinho de Guaranhuns e do PT que fizeram a diferença mas a carequinha do ambicioso do PSDB, o derrotado! Derrota essa que influenciará nas eleições para Presidente da República e para Governador do Estado em 2014, porque se o PT renovou na candidatura para prefeito municipal de São Paulo, espera-se que outra renovação possa ocorrer com um outro jovem ou desconhecido como o seu candidato para governar o país ou o Estado dos paulistas. Será?
E a Dilma, vai continuar ou dará o seu lugar para que o Lula tente conseguir re-conquista-lo? Outra vez? OH Meu Deus!
Espera-se que o ex-preisdente não tenha sido picado pelo mesmo mosquito que picou o Serra e vá querer ser sempre candidato a alguma coisa porque o povo do nordeste/nordeste e o do nordeste/paulista ( agora com a pele cor de jambo) garantem a sua eleição. Alguém duvida?
Será esse o Brasil que gostaríamos de ver no futuro, com suas leis e os seus direitos obedecidos, respeitados e resguardados, sem a manipulação de votos ou oferendas políticas aos mensaleiros de plantão?
Eu não gostaria que os novos políticos e jovens eleitos fossem manipulados pelos mais velhos ou donos de partidos políticos. Nada disso! Tudo que foi renovado deverá ser sempre renovado com a esperança de encontrarmos dirigentes confiáveis e corretos para todos nós.
Caso o Haddad queira disputar as eleições de 2014 para presidente, governador e ou deputado federal, precisará se lembrar que uma das suas armas para ganhar as eleições municipais do Serra foi lembrar que o candidato do PSDB deixou a Prefeitura para concorrer - e ganhou! - a governança do Estado. Traiu os seus eleitores.
Isso acontecendo, a rio-clarense Nadia Campeão, ficará com o trono e o cetro paulistano em suas mãos porque "Rei morto! Viva a rainha! ". Assim, o PSDB morre em São Paulo e renasce o PT. Aliás, já está renascendo.
O seríssimo e respeitado governador Alkmin que se cuide, por que o Doctor Sylvana strikes again ou seja: o barbudinho Lula vai atacar outra vez e não haverá Superman ou Capitão Marvel para enfrentá-lo. Né mesmo?
i
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
JOGANDO CONVERSA FORA
Ontem, eu saí de casa e fui até o litoral.
Como é chato ver a praia com nuvens carregadas e pretas. Olho para todos os lados e percebo que o tempo não irá melhorar nas próximas vinte horas e dois minutos.
- Porque dois minutos?
- Não sei, mas fica bacana e curioso, não fica?
Mesmo assim, eu me sento numa espreguiçadeira colocada somente para mim, na areia da praia esperando o tempo melhorar. Fico, então, a ver navios estacionados na barra daquela praia e permaneço nostálgico e em silêncio. Começo a pensar em tudo que me havia acontecido nos últimos dias. Está na hora de jogar conversa fora.
Lembro-me de ter entrada na sauna do clube de campo da minha cidade e me encontrado com o judeu Carlão. Vá ter a cara de avô-judeu pra lá, meu! E o pior é que ele tem mesmo.
- Como vai você? - ele me perguntou.
Vou muito bem, obrigado. E você? - arrisquei.
Ele me olhou e deu um pequeno sorriso e me respondeu:
- Pela manhã, quando eu me acordei, fiquei muito contente em ter visto o que eu vi, por isso, até agora, estou feliz, muito feliz.
- E o que foi que você viu?
- Mesmo deitado, abri os meus olhos e olhei para a esquerda e não vi ninguém. Depois olhei para a direita e também não vi ninguém. Então, olhei para os meus pés que, naquele momento, estavam completando a posição das minhas duas pernas, esticadas. Não vi ninguém e nenhuma vela acesa. Ou seja, eu ainda estava vivo! Vivinho! Fiquei feliz mesmo.
Caí numa gargalhada para não chorar se tivesse acontecido diferente e ele estivesse morto. Que bom, ele estava vivo.
Engraçado, como as pessoas gostam de contar causos que acabam se transformando em piadas. Acho que faz parte da índole dos brasileiros. Será?
Recebi um número do jornal editado pela minha turma de formatura da ESEFSC-58. Lá estava a estória da garota que não havia meio de conseguir um emprego em alguma empresa. De repente, um restaurante estava contratando valetes - os que guardam ou estacionam os veículos dos fregueses. Ela foi contratada.
De madrugada um freguês saiu do restaurante e pediu àquela garota/valete:
- Celta Negro.
A garota olhou para o céu e disse.
-É verdade, o céu está negro e o senhor vai pegar uma chuvona se sair agora.
-Você não me entendeu. É o Celta negro!
-Claro que eu entendi. Está tão negro que já está começando a chover. Veja só!
O freguês percebeu a ignorância da garota e começou a falar com uma tonalidade bem alta despertando a curiosidade dos que observavam a discussão.
Era um Celta negro pra cá e o céu está negro pra lá, até que o dono do restaurante apareceu e mandou a garota pra casa. Ela estava demitida! Durou pouco tempo naquele emprego.
Que coisa, não é? Não se tratava de alguém alcoolizado. Nada disso. Mas aconteceu, diria o filósofo Epaminondas,o grego.
O Carlão me contou mais uma do humor negro brasileiro. Aliás, por ser um fato brasileiro, tem sempre alguém bêbado na parada. E tinha. Dois!
Saindo de um bar onde tomaram todas, caminhavam cambaleando e tentavam vencer as bitolas dos trilhos de trem, pensando ser degraus de uma escacada e Iam de um lado para o outro só resmungando, até que um deles disse:
- Essa escada é muito cumprida demais e eu não sei se conseguiremos ir até o final dela.
- É verdade! E o pior é que ela é tão comprida e não está encostada em nenhuma parede ou muro. Ela está no chão, deitada, quieta e nós dois com essa dificuldade toda para vencer os seus degraus.
Alguém gritou: - Cuidado com o trem!
Depois de alguns instantes, estavam os dois corpos estendidos nos trilhos do trem. A escada sumiu. Sumiu como(?) se ela nunca existiu! Eis aqui, o mistério da fé nas bebidas para os dois bombados. Morreram sem saber se a culpa foi da escada ou não.Foi da fé!
No mesmo jornal dos meus colegas de formatura estava uma estória para ser lida e pensada em casa.
"A garotinha - não a valete, é claro - de nove anos de idade, comenta com a mãe:
- Mãe, o pintinho do Joãozinho parece um amendoim?
- Porque você está me perguntando isso. Ele é pequenininho?
- Não mãe . . . é bem salgadinho.
Eu estava rindo desses causos quando ouço alguém me perguntar:
- O doutor quer uma caipirinha ou uma cervejinha?
Era o dono da barraca, um bar-man da praia do Gonzaga, em Santos, me oferecendo uma bebida.
Olhei para ele e disse:
- Pena que você não conheceu a garota/valete, nem os dois bêbados nos trilhos do trem e nem o amendoim do Joãozinho.
- Ué, porquê? - ele me perguntou.
- Deixa pra lá - eu lhe respondi e completei - só espero que amanhã de manhã não haja pessoa alguma o lado da minha cama e que nenhuma vela esteja acesa.
O bar-mam da praia sorriu e não entendeu nada do que eu lhe dissera e deve ter pensado: "esse cara já bebeu demais", e foi em direção à sua barraca de bebidas.
Aproveitei e tentei uma soneca. Não deu certo! Minutos depois,assustado, estava todo molhado pela chuva. No entanto, estava feliz em saber que não teria que caminhar sobre os degraus ou bitolas de uma escada plana e interminável. De trem? Pode ser.
Né mesmo?
Como é chato ver a praia com nuvens carregadas e pretas. Olho para todos os lados e percebo que o tempo não irá melhorar nas próximas vinte horas e dois minutos.
- Porque dois minutos?
- Não sei, mas fica bacana e curioso, não fica?
Mesmo assim, eu me sento numa espreguiçadeira colocada somente para mim, na areia da praia esperando o tempo melhorar. Fico, então, a ver navios estacionados na barra daquela praia e permaneço nostálgico e em silêncio. Começo a pensar em tudo que me havia acontecido nos últimos dias. Está na hora de jogar conversa fora.
Lembro-me de ter entrada na sauna do clube de campo da minha cidade e me encontrado com o judeu Carlão. Vá ter a cara de avô-judeu pra lá, meu! E o pior é que ele tem mesmo.
- Como vai você? - ele me perguntou.
Vou muito bem, obrigado. E você? - arrisquei.
Ele me olhou e deu um pequeno sorriso e me respondeu:
- Pela manhã, quando eu me acordei, fiquei muito contente em ter visto o que eu vi, por isso, até agora, estou feliz, muito feliz.
- E o que foi que você viu?
- Mesmo deitado, abri os meus olhos e olhei para a esquerda e não vi ninguém. Depois olhei para a direita e também não vi ninguém. Então, olhei para os meus pés que, naquele momento, estavam completando a posição das minhas duas pernas, esticadas. Não vi ninguém e nenhuma vela acesa. Ou seja, eu ainda estava vivo! Vivinho! Fiquei feliz mesmo.
Caí numa gargalhada para não chorar se tivesse acontecido diferente e ele estivesse morto. Que bom, ele estava vivo.
Engraçado, como as pessoas gostam de contar causos que acabam se transformando em piadas. Acho que faz parte da índole dos brasileiros. Será?
Recebi um número do jornal editado pela minha turma de formatura da ESEFSC-58. Lá estava a estória da garota que não havia meio de conseguir um emprego em alguma empresa. De repente, um restaurante estava contratando valetes - os que guardam ou estacionam os veículos dos fregueses. Ela foi contratada.
De madrugada um freguês saiu do restaurante e pediu àquela garota/valete:
- Celta Negro.
A garota olhou para o céu e disse.
-É verdade, o céu está negro e o senhor vai pegar uma chuvona se sair agora.
-Você não me entendeu. É o Celta negro!
-Claro que eu entendi. Está tão negro que já está começando a chover. Veja só!
O freguês percebeu a ignorância da garota e começou a falar com uma tonalidade bem alta despertando a curiosidade dos que observavam a discussão.
Era um Celta negro pra cá e o céu está negro pra lá, até que o dono do restaurante apareceu e mandou a garota pra casa. Ela estava demitida! Durou pouco tempo naquele emprego.
Que coisa, não é? Não se tratava de alguém alcoolizado. Nada disso. Mas aconteceu, diria o filósofo Epaminondas,o grego.
O Carlão me contou mais uma do humor negro brasileiro. Aliás, por ser um fato brasileiro, tem sempre alguém bêbado na parada. E tinha. Dois!
Saindo de um bar onde tomaram todas, caminhavam cambaleando e tentavam vencer as bitolas dos trilhos de trem, pensando ser degraus de uma escacada e Iam de um lado para o outro só resmungando, até que um deles disse:
- Essa escada é muito cumprida demais e eu não sei se conseguiremos ir até o final dela.
- É verdade! E o pior é que ela é tão comprida e não está encostada em nenhuma parede ou muro. Ela está no chão, deitada, quieta e nós dois com essa dificuldade toda para vencer os seus degraus.
Alguém gritou: - Cuidado com o trem!
Depois de alguns instantes, estavam os dois corpos estendidos nos trilhos do trem. A escada sumiu. Sumiu como(?) se ela nunca existiu! Eis aqui, o mistério da fé nas bebidas para os dois bombados. Morreram sem saber se a culpa foi da escada ou não.Foi da fé!
No mesmo jornal dos meus colegas de formatura estava uma estória para ser lida e pensada em casa.
"A garotinha - não a valete, é claro - de nove anos de idade, comenta com a mãe:
- Mãe, o pintinho do Joãozinho parece um amendoim?
- Porque você está me perguntando isso. Ele é pequenininho?
- Não mãe . . . é bem salgadinho.
Eu estava rindo desses causos quando ouço alguém me perguntar:
- O doutor quer uma caipirinha ou uma cervejinha?
Era o dono da barraca, um bar-man da praia do Gonzaga, em Santos, me oferecendo uma bebida.
Olhei para ele e disse:
- Pena que você não conheceu a garota/valete, nem os dois bêbados nos trilhos do trem e nem o amendoim do Joãozinho.
- Ué, porquê? - ele me perguntou.
- Deixa pra lá - eu lhe respondi e completei - só espero que amanhã de manhã não haja pessoa alguma o lado da minha cama e que nenhuma vela esteja acesa.
O bar-mam da praia sorriu e não entendeu nada do que eu lhe dissera e deve ter pensado: "esse cara já bebeu demais", e foi em direção à sua barraca de bebidas.
Aproveitei e tentei uma soneca. Não deu certo! Minutos depois,assustado, estava todo molhado pela chuva. No entanto, estava feliz em saber que não teria que caminhar sobre os degraus ou bitolas de uma escada plana e interminável. De trem? Pode ser.
Né mesmo?
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
UMA SAÍDA COVARDE.
'Sem comentário!
Você já ouviu alguém dizer essa frase alguma vez?
Claro que já ouviu e deve ter ficado putinho da silva. Ou não?
Pois é. Ontem, eu ouvi um amigo me responder a uma pergunta sobre algo sem muita importância. Mesmo assim, eu me senti surpreso e até ofendido, se fosse esse o qualificativo empregado corretamente.
O cidadão pensa, re-pensa e faz uma pergunta e ouve como resposta de um outro cidadão; sem comentário!
É de lascar, não é?
Há pessoas que consideramos amigas ou conhecidas e que sempre estão ao nosso lado conversando, trabalhando, se divertindo, dançando, etc, etc,etc, e batemos os papos diários, comentando tudo o que rola ao nosso lado ou que acontece numa cidade interiorana, como esta que escolhi para viver. Aliás, aqui eu nasci e tenho a impressão que aqui eu morrerei. Quando isso acontecer, o meu corpo - a alma já se foi e deverá estar respondendo ao processo celestial diante de anjos e arcanjos - será colocado num caixão de madeira que, por sua vez, será colocado numa das gavetas pré-determinadas, no túmulo da minha família digo, dos meus avós Victório e Anolina. Saudades!
E quando isso acontecer, muitos parentes, amigos e conhecidos estarão no velório conversando sobre a minha pessoa e o meu tempo de vida vivido. Até piadas serão contadas diante do meu caixão. Pelo menos, isso é normal em qualquer lugar do mundo. Entretanto, poderá surgir alguém que, ao ser indagado sobre o morto ,dirá:
sem comentário!
Provavelmente eu poderei reagir e tentar me levantar do caixão para tirar satisfação com aquele mau caráter. Mas terei de pensar nas outras pessoas mais velhas que, ao me ver levantando de dentro do caixão, poderão ter ataques do coração e me substituírem naquele cenário mortífero, digo fúnebre. Esta palavra é melhor do que mortífero. Né não? Pois é!
Para tudo, a expressão sem comentário ocupa espaços e mais espaços para que aquele que a utiliza encontre uma maneira de fugir do assunto ou sair-se de fininho e nada dizer. Fugir da raia seria o mais correto.
' É o retrato da falsidade", diriam uns. "É o símbolo da covardia", diriam outros.
Eu diria que tudo isso deve ser considerado, porque se trata de uma saída antes do término do jogo. É a entrega anormal do apressado sem rumo para não ter qualquer comprometimento ou vinculação com certa situação, se disser alguma coisa. Medo seria a verdade ou a verdade não teria espaço, naquele momento, e fugiria, cedendo lugar para o medo . Acho que é isso.. Também, se não for, posso usar, sem medo, covardia ou fuga a expressão em discussão: sem comentário.
Sem comentário é coisa de covarde. Posso não ser covarde, como não sou, mas essa expressão alivia qualquer um das justificativas que forem necessárias a sua aplicação.
"Saída honrada" diria o meu querido Babu. Aliás, esse meu amigo, tem saídas e explicações para tudo. Nada ele deixa passar em branco e jamais usou o sem comentário como desculpa.
Agora, ao aparecer passar em branco fico encabulado ao tentar explicar o que isso significa. Seria deixar tudo como está e nada fazer para mudar? Assim posso deixar passar em branco?
Pode ser, mas é mais complicado do que o sem comentário, porque este representa a falta de uma opinião pessoal e nem se responsabiliza tal omissão ou o silêncio pore ter visto qualquer ato que outros tenham cometido à sua frente. O importante é que a pessoa presenciou o ato e não quis comentar. O passar em branco, justifica a ausência total daquele que foi solicitado a comentar o ato acontecido. Neste caso, o cara já se arrancou e deixou tudo em branco, sem qualquer risco ou mancha que possa incriminá-lo. "Tô fóra, Oh Meu!" Fácil!!!
A verdade é que tanto um como outro irá gerar a sobra de uma despesa a ser paga, seja ela em dinheiro ou em ação moral, social, cultural, etc. Porém o engraçado é que sem comentário ou deixar passar em branco, jamais seria uma resposta para qualquer banca examinadora seja de escola, universidade, empresa particular ou oficial, etc. Aquele que responder dessa maneira já sabe que perdeu, talvez, a única oportunidade de melhorar de vida. REPROVADO!!!!
Bem, daí é possível que, sem comentário e o passar em branco sejam balas saídas pela culatra da arma acionada pelo covarde. Repito, covarde, porque me lembrei do que ouvi de um preso ao ser entrevistado por um canal de TV:
"Eu nunca recebi um tiro pela culatra porque eu não me acovardo diante da vítima"
É a confirmação de que a covardia alimenta essas duas expressões frágeis naqueles que nunca serão o que a sociedade espera dele, mas que continuarão sendo, à esquerda, corajosos, firmes, eficientes ou, pelo menos, leais com seus cúmplices bandidos ou companheiros de armas - onde foi que eu ouvi isso, Meu Deus?
Faça agora o seu comentário , com coragem e saia do branco.Esse é o meu desafio para você. Aceite!
A bola está com você. Coloque-a, com cuidado, na marca de cal e se concentre bastante, aguardando, apenas, a autorização de chuta-la por quem de direito.
O seu time, o nosso time, precisa desse gol para vencer. Não vá perder o penalty.
Nos confiamos em você. Todos nós contamos com esse gol. O seu gol.
Não vá falar sem comentário e nem deixar passar em branco essa única oportunidade de ganhar a mais importante vitória da sua vida.
O árbitro já apitou dando a autorização para você chutar. Chute e faça o gol e depois sorria abraçando todos nós. Tá?
Você já ouviu alguém dizer essa frase alguma vez?
Claro que já ouviu e deve ter ficado putinho da silva. Ou não?
Pois é. Ontem, eu ouvi um amigo me responder a uma pergunta sobre algo sem muita importância. Mesmo assim, eu me senti surpreso e até ofendido, se fosse esse o qualificativo empregado corretamente.
O cidadão pensa, re-pensa e faz uma pergunta e ouve como resposta de um outro cidadão; sem comentário!
É de lascar, não é?
Há pessoas que consideramos amigas ou conhecidas e que sempre estão ao nosso lado conversando, trabalhando, se divertindo, dançando, etc, etc,etc, e batemos os papos diários, comentando tudo o que rola ao nosso lado ou que acontece numa cidade interiorana, como esta que escolhi para viver. Aliás, aqui eu nasci e tenho a impressão que aqui eu morrerei. Quando isso acontecer, o meu corpo - a alma já se foi e deverá estar respondendo ao processo celestial diante de anjos e arcanjos - será colocado num caixão de madeira que, por sua vez, será colocado numa das gavetas pré-determinadas, no túmulo da minha família digo, dos meus avós Victório e Anolina. Saudades!
E quando isso acontecer, muitos parentes, amigos e conhecidos estarão no velório conversando sobre a minha pessoa e o meu tempo de vida vivido. Até piadas serão contadas diante do meu caixão. Pelo menos, isso é normal em qualquer lugar do mundo. Entretanto, poderá surgir alguém que, ao ser indagado sobre o morto ,dirá:
sem comentário!
Provavelmente eu poderei reagir e tentar me levantar do caixão para tirar satisfação com aquele mau caráter. Mas terei de pensar nas outras pessoas mais velhas que, ao me ver levantando de dentro do caixão, poderão ter ataques do coração e me substituírem naquele cenário mortífero, digo fúnebre. Esta palavra é melhor do que mortífero. Né não? Pois é!
Para tudo, a expressão sem comentário ocupa espaços e mais espaços para que aquele que a utiliza encontre uma maneira de fugir do assunto ou sair-se de fininho e nada dizer. Fugir da raia seria o mais correto.
' É o retrato da falsidade", diriam uns. "É o símbolo da covardia", diriam outros.
Eu diria que tudo isso deve ser considerado, porque se trata de uma saída antes do término do jogo. É a entrega anormal do apressado sem rumo para não ter qualquer comprometimento ou vinculação com certa situação, se disser alguma coisa. Medo seria a verdade ou a verdade não teria espaço, naquele momento, e fugiria, cedendo lugar para o medo . Acho que é isso.. Também, se não for, posso usar, sem medo, covardia ou fuga a expressão em discussão: sem comentário.
Sem comentário é coisa de covarde. Posso não ser covarde, como não sou, mas essa expressão alivia qualquer um das justificativas que forem necessárias a sua aplicação.
"Saída honrada" diria o meu querido Babu. Aliás, esse meu amigo, tem saídas e explicações para tudo. Nada ele deixa passar em branco e jamais usou o sem comentário como desculpa.
Agora, ao aparecer passar em branco fico encabulado ao tentar explicar o que isso significa. Seria deixar tudo como está e nada fazer para mudar? Assim posso deixar passar em branco?
Pode ser, mas é mais complicado do que o sem comentário, porque este representa a falta de uma opinião pessoal e nem se responsabiliza tal omissão ou o silêncio pore ter visto qualquer ato que outros tenham cometido à sua frente. O importante é que a pessoa presenciou o ato e não quis comentar. O passar em branco, justifica a ausência total daquele que foi solicitado a comentar o ato acontecido. Neste caso, o cara já se arrancou e deixou tudo em branco, sem qualquer risco ou mancha que possa incriminá-lo. "Tô fóra, Oh Meu!" Fácil!!!
A verdade é que tanto um como outro irá gerar a sobra de uma despesa a ser paga, seja ela em dinheiro ou em ação moral, social, cultural, etc. Porém o engraçado é que sem comentário ou deixar passar em branco, jamais seria uma resposta para qualquer banca examinadora seja de escola, universidade, empresa particular ou oficial, etc. Aquele que responder dessa maneira já sabe que perdeu, talvez, a única oportunidade de melhorar de vida. REPROVADO!!!!
Bem, daí é possível que, sem comentário e o passar em branco sejam balas saídas pela culatra da arma acionada pelo covarde. Repito, covarde, porque me lembrei do que ouvi de um preso ao ser entrevistado por um canal de TV:
"Eu nunca recebi um tiro pela culatra porque eu não me acovardo diante da vítima"
É a confirmação de que a covardia alimenta essas duas expressões frágeis naqueles que nunca serão o que a sociedade espera dele, mas que continuarão sendo, à esquerda, corajosos, firmes, eficientes ou, pelo menos, leais com seus cúmplices bandidos ou companheiros de armas - onde foi que eu ouvi isso, Meu Deus?
Faça agora o seu comentário , com coragem e saia do branco.Esse é o meu desafio para você. Aceite!
A bola está com você. Coloque-a, com cuidado, na marca de cal e se concentre bastante, aguardando, apenas, a autorização de chuta-la por quem de direito.
O seu time, o nosso time, precisa desse gol para vencer. Não vá perder o penalty.
Nos confiamos em você. Todos nós contamos com esse gol. O seu gol.
Não vá falar sem comentário e nem deixar passar em branco essa única oportunidade de ganhar a mais importante vitória da sua vida.
O árbitro já apitou dando a autorização para você chutar. Chute e faça o gol e depois sorria abraçando todos nós. Tá?
SEM COMENTÁRIOS
Está resolvido! Hoje, eu não vou escrever nada.
Eu explico.
Escrever o quê e para quem quando o Brasil encontra-se diante de um impasse político/jurídico.
Oh meu! Eu não sou cachorro não! Estiou me sentindo como o Waldick Soriano.
Pois é. Esse tal de impasse político/jurídico diz respeito às pessoas que desfrutam e gozam das benesses da política e outras, do Poder Judiciário.
De um lado, o barbudinho do PT quer, porque quer, desacreditar a mais alta Corte da Justiça Brasileira, o Supremo Tribunal Federal ao afirmar que Jose Dirceu, Genoino e Delúbio são gente boa, petistas leais e corretos companheiros de armas e querem o bem do país e, portanto, jamais estariam ligados a um escândalo, como o do mensalão, que o STF afirma, provou e condenou-os num escândalo jamais visto na história política brasileira.
Agora vem a incerteza; acreditar no STF, base fundamental da democracia republicana brasileira ou acreditar no mascote barbudo que veio de Guaranhuns?
Por isso deixei de escrever a minha crônica de hoje, quarta feira, dia em que faço a quimioterapia na Santa Casa de Rio Claro. É para lá que eu estou indo.
Mas voltando ao assunto do mensalão.
O dono do partido da estrela vermelha começou e propagar pelos quatro cantos do Brasil que o STF é uma Corte que só atende as elites brasileiras, em prejuízo dos pobres e do PT, considerados " por essa gente, um partido político formado com um bando de bandidos mentirosos " Com os resultados do julgamento pelo STF, eles passaram a afirmar ser mais importante as eleições para prefeito da capital paulista do que comentar sobre o mensalão. Tentam se desviar dos tiros da publicidade negativa que o mensalão dará.
Que coisa, não é?
Como o barbudinho ainda é acreditado pela massa da cor de jambo que tomou São Paulo nos últimos vinte anos, é bem possível que ele se compare com Jesus Cristo que ressuscitou depois de morto, e consiga vencer as eleições para a Prefeitura Municipal da Capital Paulista com o seu candidato que se tornou o pior Ministro da Educação da história brasileira e que tem o tipo de um um garoto propaganda(?), para daqui dois anos, voltar a ser Presidente deste país. Alguém duvida?É esperar para ver e sentir a grande besteira que um povo lutador pela liberdade democrática , como sempre foi o paulistano, deixar-se envolver pela voz rouca e mentirosa de alguém que se considera dono do Brasil e afirma, com convicção, ter eleito a atual Presidente e que irá fazer muito mais pelos companheiros José Dirceu. Genoinio e Delubio, condenados erroneamente pelo STF. Já imaginaram esses três nomes comandando três secretarias da Prefeitura de São Paulo se o menino protegido de Lula ganhar as eleições? Sabem lá que é isso?
Quando essas coisas ocupam espaços na minha cabeça eu perco a vontade de escrever como eu estou fazendo agora.
Não quero e nem vou escrever nada,nada,nada. . .nada!
Já pensaram eu ter que chamar o paulistano de covarde e da sua falta de vergonha na cara ao escolher um inexpressivo e ex-Ministro da Educação que só soube enganar nesse cargo, mas por ser o queridinho do barbudinho, tem o seu apoio e o de seu partido para conseguir ganhar o mandato de Prefeito da maior e mais poderosa cidade da América do Sul?
Perco, totalmente, a vontade de escrever essa história.
Dos Estados nordestinos,alguns vieram e se acomodaram na cidade de São Paulo. Hoje essa participação compreende em mais de 50% da atual população paulistana. Desta maneira, são eles que agora escolhem quem irá governar os paulistanos, etc.
É ou não é o fim da picada?
Não tenho nada contra os nordestinos que vieram na busca de trabalho e de uma vida melhor para a sua família. Até ai, tudo bem! Mas ficarem sob o comando do barbudinho e fazere tudo o que o barbudinho quer, há uma grande diferença. A maior delas é a falta de consideração para com o povo paulistano que os recebeu de braços abertos e que ainda não percebeu que São Paulo deixou de ser capital do Estado Paulista e passou a ser a capital dos nordestinos. Integralmente! Por isso é que nas ruas de São Paulo, deixamos de ouvir o antigo sotaque cantante do paulistano substituído pelo sotaque carregado dos que vieram dos nordeste.
Percebem porque eu não quero escrever a minha crônica.
Estou vendo e sentindo que um inexperiente petista de araque, oportunista e protegido do Lula, poderá governar os paulistanos/nordestinos e preparar o caminho para o barbudinho voltar a comandar o Brasil. Será, mesmo? A Dilma que se cuide!
Essa é mais uma prova comentada pelo país todo que o paulista só sabe trabalhar e produzir, os cariocas sabem gastar e os nordestinos sabem ganhar verbas oriundas dos impostos recolhidos com a produção paulista e de outros Estados, dadas de mão beijada pelo governo federal. Só os paulistas, em especial, os paulistanos, ainda não viram isso e vão acabar dando mais força para essa berrante comparação entre os irmãos (?) brasileiros.
Vergonha na cara seria a resposta correta dos paulistanos nas eleições que chegam neste final de semana. Ou mostram quem a capital paulista pertence aos paulistanos, ou terão, a cada ano, ficarem comandados pela massa cor de jambo que, em pouco tempo, será o verdadeiro povo da nação brasileira.
A oportunidade de mostrar que a vergonha na cara está em jogo chegou. É só observar melhor e saber o que fazer. Esta seria a regra.
Por isso é que, hoje, eu não escrevi a minha.
Acertei ou não?
Se acertei, quem foi que escreveu tudo isso?
Eu explico.
Escrever o quê e para quem quando o Brasil encontra-se diante de um impasse político/jurídico.
Oh meu! Eu não sou cachorro não! Estiou me sentindo como o Waldick Soriano.
Pois é. Esse tal de impasse político/jurídico diz respeito às pessoas que desfrutam e gozam das benesses da política e outras, do Poder Judiciário.
De um lado, o barbudinho do PT quer, porque quer, desacreditar a mais alta Corte da Justiça Brasileira, o Supremo Tribunal Federal ao afirmar que Jose Dirceu, Genoino e Delúbio são gente boa, petistas leais e corretos companheiros de armas e querem o bem do país e, portanto, jamais estariam ligados a um escândalo, como o do mensalão, que o STF afirma, provou e condenou-os num escândalo jamais visto na história política brasileira.
Agora vem a incerteza; acreditar no STF, base fundamental da democracia republicana brasileira ou acreditar no mascote barbudo que veio de Guaranhuns?
Por isso deixei de escrever a minha crônica de hoje, quarta feira, dia em que faço a quimioterapia na Santa Casa de Rio Claro. É para lá que eu estou indo.
Mas voltando ao assunto do mensalão.
O dono do partido da estrela vermelha começou e propagar pelos quatro cantos do Brasil que o STF é uma Corte que só atende as elites brasileiras, em prejuízo dos pobres e do PT, considerados " por essa gente, um partido político formado com um bando de bandidos mentirosos " Com os resultados do julgamento pelo STF, eles passaram a afirmar ser mais importante as eleições para prefeito da capital paulista do que comentar sobre o mensalão. Tentam se desviar dos tiros da publicidade negativa que o mensalão dará.
Que coisa, não é?
Como o barbudinho ainda é acreditado pela massa da cor de jambo que tomou São Paulo nos últimos vinte anos, é bem possível que ele se compare com Jesus Cristo que ressuscitou depois de morto, e consiga vencer as eleições para a Prefeitura Municipal da Capital Paulista com o seu candidato que se tornou o pior Ministro da Educação da história brasileira e que tem o tipo de um um garoto propaganda(?), para daqui dois anos, voltar a ser Presidente deste país. Alguém duvida?É esperar para ver e sentir a grande besteira que um povo lutador pela liberdade democrática , como sempre foi o paulistano, deixar-se envolver pela voz rouca e mentirosa de alguém que se considera dono do Brasil e afirma, com convicção, ter eleito a atual Presidente e que irá fazer muito mais pelos companheiros José Dirceu. Genoinio e Delubio, condenados erroneamente pelo STF. Já imaginaram esses três nomes comandando três secretarias da Prefeitura de São Paulo se o menino protegido de Lula ganhar as eleições? Sabem lá que é isso?
Quando essas coisas ocupam espaços na minha cabeça eu perco a vontade de escrever como eu estou fazendo agora.
Não quero e nem vou escrever nada,nada,nada. . .nada!
Já pensaram eu ter que chamar o paulistano de covarde e da sua falta de vergonha na cara ao escolher um inexpressivo e ex-Ministro da Educação que só soube enganar nesse cargo, mas por ser o queridinho do barbudinho, tem o seu apoio e o de seu partido para conseguir ganhar o mandato de Prefeito da maior e mais poderosa cidade da América do Sul?
Perco, totalmente, a vontade de escrever essa história.
Dos Estados nordestinos,alguns vieram e se acomodaram na cidade de São Paulo. Hoje essa participação compreende em mais de 50% da atual população paulistana. Desta maneira, são eles que agora escolhem quem irá governar os paulistanos, etc.
É ou não é o fim da picada?
Não tenho nada contra os nordestinos que vieram na busca de trabalho e de uma vida melhor para a sua família. Até ai, tudo bem! Mas ficarem sob o comando do barbudinho e fazere tudo o que o barbudinho quer, há uma grande diferença. A maior delas é a falta de consideração para com o povo paulistano que os recebeu de braços abertos e que ainda não percebeu que São Paulo deixou de ser capital do Estado Paulista e passou a ser a capital dos nordestinos. Integralmente! Por isso é que nas ruas de São Paulo, deixamos de ouvir o antigo sotaque cantante do paulistano substituído pelo sotaque carregado dos que vieram dos nordeste.
Percebem porque eu não quero escrever a minha crônica.
Estou vendo e sentindo que um inexperiente petista de araque, oportunista e protegido do Lula, poderá governar os paulistanos/nordestinos e preparar o caminho para o barbudinho voltar a comandar o Brasil. Será, mesmo? A Dilma que se cuide!
Essa é mais uma prova comentada pelo país todo que o paulista só sabe trabalhar e produzir, os cariocas sabem gastar e os nordestinos sabem ganhar verbas oriundas dos impostos recolhidos com a produção paulista e de outros Estados, dadas de mão beijada pelo governo federal. Só os paulistas, em especial, os paulistanos, ainda não viram isso e vão acabar dando mais força para essa berrante comparação entre os irmãos (?) brasileiros.
Vergonha na cara seria a resposta correta dos paulistanos nas eleições que chegam neste final de semana. Ou mostram quem a capital paulista pertence aos paulistanos, ou terão, a cada ano, ficarem comandados pela massa cor de jambo que, em pouco tempo, será o verdadeiro povo da nação brasileira.
A oportunidade de mostrar que a vergonha na cara está em jogo chegou. É só observar melhor e saber o que fazer. Esta seria a regra.
Por isso é que, hoje, eu não escrevi a minha.
Acertei ou não?
Se acertei, quem foi que escreveu tudo isso?
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
VERGONHA NA CARA
Hoje, eu estive numa confeitaria famosa e sentei-me diante de uma das suas mesas, com a companhia de amigos que costumeiramente nos reunimos por lá, para falarmos e discutirmos as últimas noticias que abalaram a cidade.Quando digo abalaram, quero dizer que houve a divulgação nos quatro cantos da cidade.
Por mais que estivessemos propensos a não comentarmos as noticias policiais, acabamos sendo levados a elas e assim as tornamos ainda mais públicas.
O que poderíamos fazer para reduzir a criminalidade na cidade ou no país como um todo? Esta é a expressão mais usadas pelos políticos e eles tem razão, porque quando analisamos o comportamento e as reações de uma população, é necessário comentarmos as nossas notas como um todo, como se estivessemos adentrando à cabeça de cada um que nos ouve. Não é fácil, mas é provável.
Assim, falamos a vontade para quem quiser nos ouvir.
Disse um companheiro:
-Aqui, para falarmos a verdade, precisamos ter a vergonha na cara - e ali, todos conhecíamos essa expressão.
Quando chegou o meu momento de expor o que eu faria para ter uma cidade melhor e mais feliz eu falei que se fosse prefeito municipal - o que espero jamais ser - eu triplicaria o número do efetivo da Guarda Municipal, distribuindo, pelo menos, dois policiais para cada quadra central da Cidade Azul das Orquídeas.
- Não haveria recursos para tal idéia - foi o que eu ouvi.
Claro que, atualmente, não existe essa verba toda, mas poderíamos fazer uma campanha a nível municipal para dotar a nossa cidade de um poder de policiamento tão grande, afastando a delinquência e tentar terminar com os crimes das nossas ruas.
Não é difícil de se conseguir isso porque o próprio povo sabe onde aperta o sapato, e viria se juntar com os poderes municipais constituídos para ter mais segurança.
Não gostaríamos de ver tipos de crimes, como aqueles que presenciamos diante da TV, ou ouvindo o rádio, ou lendo os jornais.
O pior não é apenas conhecermos a execução de tais crimes, mas de ouvirmos os depoimentos dos assassinos que, sem dó, nem pena e totalmente frios, afirmam que mataram porque a vítima gritou.
Mas, gritou porquê? Provavelmente o inesperado ataque fez com que a vítima se assustasse e teria como a sua única reação: gritar!
E lá se vão as balas, saídas das armas mortíferas dos bandidos em direção ao corpo de uma jovem chamada Camila ou outro nome, fazendo-a tombar, ferida de morte, diante dos criminosos presentes.
A reação dos assassinos foi simplesmente bestial e deveria ser punida, se a nossa lei permitisse, com a morte semelhante a da sua vítima. Infelizmente em 1988, a reforma constitucional, com acentuada participação do partido da estrela vermelha, acabou colocando o direito do criminoso matar, ser preso e imediatamente ser solto e continuar com a sua vida de assassino de jovens como a Camila.
Isso aí devemos à nossa política que, por sua vez, aceita essa situação que só aumenta a insegurança do povo brasileiro. E somos obrigados a conviver com isso. É a própria safadeza política!
Se procurarmos os agentes constituintes que aprovaram a nova constituição, não iremos encontrar nenhum, nem a explicação de ter dotada a nossa Carta Magna do direito de defesa de assassinos comprovados e já condenados e esquecermos de proteger as suas vítima: NÓS!
É assim ficou válida a regra do jogo, após 1988. E pensar que o velho Deputado Federal e seríssimo Ulysses da Silveira Guimarães saldou a aprovação da nova constituição como algo que viria novamente descobrir e mostrar um novo Brasil.
Pois é, seria este o novo país que estamos vivendo?. Assassinos matando, como bem entendem, as pessoas inocentes, independente da idade, em todos os quadrantes brasileiros e sem a punição devidamente necessária e rígida que a nova constituição se negou a aprová-la e . . . a esconde. E agora?
Estamos indefesos e nenhum político se mete a besta de tentar corrigir esse erro do direito criminal, com medo de ser executado pelos bandidos ou criminosos que estão a solta e caminhando pelas ruas do país.
E para complicar ainda mais, os salários baixíssimos daqueles que dão a sua vida para nos proteger e que se vestem como guardas municipais ou como soldados da Força Pública não cobrem o sustento da própria família e são obrigados a fazerem bico em empresas de segurança privada. É mole? Claro que não é. E quem dá jeito nisso? Como ficamos?
Crimes aumentando, diariamente; assassinos aumentando, diariamente; traficantes aumentando, diariamente e os nossos defensores ganhando cada vez menos, diariamente!
Tudo neste país se mede com a palavra: diariamente. O dia em que resolvermos
enfrenta-la e nos colocarmos contra esse festival de crimes, safadezas políticas e o tráfico de drogas, é possível que o falado novo Brasil comece a nascer, viver e a pulsar o seu coração no seu peito forte e destemido, com a honra e a luta gloriosa para sermos , diariamente, melhor para todos.
Assim, os jovens e idosos não correrão mais o risco de morte andando ou correndo pelas ruas da cidade. Tudo estará salvaguardado pelos nossos policiais que irão sentir que o seu trabalho foi reconhecido e os bandidos que eles prenderam vão ficar trancafiados nas celas das cadeias e penitenciarias por muitos anos e não haverá brecha alguma na Lei e no direito da Justiça para coloca-los em liberdade.
Sabe quando esse sonho será realidade neste Brasil varonil?
Nunca!
A não ser que todos nós tenhamos vergonha na cara. Né não?
Por mais que estivessemos propensos a não comentarmos as noticias policiais, acabamos sendo levados a elas e assim as tornamos ainda mais públicas.
O que poderíamos fazer para reduzir a criminalidade na cidade ou no país como um todo? Esta é a expressão mais usadas pelos políticos e eles tem razão, porque quando analisamos o comportamento e as reações de uma população, é necessário comentarmos as nossas notas como um todo, como se estivessemos adentrando à cabeça de cada um que nos ouve. Não é fácil, mas é provável.
Assim, falamos a vontade para quem quiser nos ouvir.
Disse um companheiro:
-Aqui, para falarmos a verdade, precisamos ter a vergonha na cara - e ali, todos conhecíamos essa expressão.
Quando chegou o meu momento de expor o que eu faria para ter uma cidade melhor e mais feliz eu falei que se fosse prefeito municipal - o que espero jamais ser - eu triplicaria o número do efetivo da Guarda Municipal, distribuindo, pelo menos, dois policiais para cada quadra central da Cidade Azul das Orquídeas.
- Não haveria recursos para tal idéia - foi o que eu ouvi.
Claro que, atualmente, não existe essa verba toda, mas poderíamos fazer uma campanha a nível municipal para dotar a nossa cidade de um poder de policiamento tão grande, afastando a delinquência e tentar terminar com os crimes das nossas ruas.
Não é difícil de se conseguir isso porque o próprio povo sabe onde aperta o sapato, e viria se juntar com os poderes municipais constituídos para ter mais segurança.
Não gostaríamos de ver tipos de crimes, como aqueles que presenciamos diante da TV, ou ouvindo o rádio, ou lendo os jornais.
O pior não é apenas conhecermos a execução de tais crimes, mas de ouvirmos os depoimentos dos assassinos que, sem dó, nem pena e totalmente frios, afirmam que mataram porque a vítima gritou.
Mas, gritou porquê? Provavelmente o inesperado ataque fez com que a vítima se assustasse e teria como a sua única reação: gritar!
E lá se vão as balas, saídas das armas mortíferas dos bandidos em direção ao corpo de uma jovem chamada Camila ou outro nome, fazendo-a tombar, ferida de morte, diante dos criminosos presentes.
A reação dos assassinos foi simplesmente bestial e deveria ser punida, se a nossa lei permitisse, com a morte semelhante a da sua vítima. Infelizmente em 1988, a reforma constitucional, com acentuada participação do partido da estrela vermelha, acabou colocando o direito do criminoso matar, ser preso e imediatamente ser solto e continuar com a sua vida de assassino de jovens como a Camila.
Isso aí devemos à nossa política que, por sua vez, aceita essa situação que só aumenta a insegurança do povo brasileiro. E somos obrigados a conviver com isso. É a própria safadeza política!
Se procurarmos os agentes constituintes que aprovaram a nova constituição, não iremos encontrar nenhum, nem a explicação de ter dotada a nossa Carta Magna do direito de defesa de assassinos comprovados e já condenados e esquecermos de proteger as suas vítima: NÓS!
É assim ficou válida a regra do jogo, após 1988. E pensar que o velho Deputado Federal e seríssimo Ulysses da Silveira Guimarães saldou a aprovação da nova constituição como algo que viria novamente descobrir e mostrar um novo Brasil.
Pois é, seria este o novo país que estamos vivendo?. Assassinos matando, como bem entendem, as pessoas inocentes, independente da idade, em todos os quadrantes brasileiros e sem a punição devidamente necessária e rígida que a nova constituição se negou a aprová-la e . . . a esconde. E agora?
Estamos indefesos e nenhum político se mete a besta de tentar corrigir esse erro do direito criminal, com medo de ser executado pelos bandidos ou criminosos que estão a solta e caminhando pelas ruas do país.
E para complicar ainda mais, os salários baixíssimos daqueles que dão a sua vida para nos proteger e que se vestem como guardas municipais ou como soldados da Força Pública não cobrem o sustento da própria família e são obrigados a fazerem bico em empresas de segurança privada. É mole? Claro que não é. E quem dá jeito nisso? Como ficamos?
Crimes aumentando, diariamente; assassinos aumentando, diariamente; traficantes aumentando, diariamente e os nossos defensores ganhando cada vez menos, diariamente!
Tudo neste país se mede com a palavra: diariamente. O dia em que resolvermos
enfrenta-la e nos colocarmos contra esse festival de crimes, safadezas políticas e o tráfico de drogas, é possível que o falado novo Brasil comece a nascer, viver e a pulsar o seu coração no seu peito forte e destemido, com a honra e a luta gloriosa para sermos , diariamente, melhor para todos.
Assim, os jovens e idosos não correrão mais o risco de morte andando ou correndo pelas ruas da cidade. Tudo estará salvaguardado pelos nossos policiais que irão sentir que o seu trabalho foi reconhecido e os bandidos que eles prenderam vão ficar trancafiados nas celas das cadeias e penitenciarias por muitos anos e não haverá brecha alguma na Lei e no direito da Justiça para coloca-los em liberdade.
Sabe quando esse sonho será realidade neste Brasil varonil?
Nunca!
A não ser que todos nós tenhamos vergonha na cara. Né não?
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