domingo, 26 de junho de 2016

OUTRA VIDA VIVIDA.

OUTRA VIDA VIVIDA

Neste instante, estou sentado numa cadeira bastante dura feita de madeira de lei, observando o nada que tento descobrir o que é e acabo encontrando o seguinte significado; o nada significa nada e de nada já ando cheio.

EU NÃO ACREDITO.

Há uma frase interessante que confirma o que não acreditamos existir. Mas como ela existe, e muita gente se utiliza dela quando quer ou quando achar necessário, torna-se preocupante deixa-la de ser citada.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

SEM INSPIRAÇÃO

Madrugada de um sábado e qui estou, mais uma vez, sentado junto à minha mesa de estudos computados na espera de alguma inspiração para escrever mais uma crônica. Está difícil.

sábado, 28 de maio de 2016

TORRES ALTAS COMEÇAM NO CHÃO

Quando saímos das nossas casas em direção à rotina de cada dia, temos que estar preparados para tudo e certos de que será mais um dia a ser vencido com competência e responsabilidade. Acreditar e confiar seriam as palavras determinantes. 

sexta-feira, 27 de maio de 2016

A ESCOLHA CERTA

Quem diria? 
Estou novamente procurando o futuro para ver se lá eu estarei mais feliz. Isso porque o país onde estou vivendo, sem opção de escolha, ainda não se firmou e ninguém faz nada para modificar. 

segunda-feira, 23 de maio de 2016

JUÍZO FINAL


Não sei porque as coisas acontecem quando não esperamos que aconteçam e deixam de acontecer quando queremos que aconteçam. "É a vida", diriam uns.  "É a morte", diriam outros, positivamente representantes do negativo.

domingo, 22 de maio de 2016

O GÊNIO DA LÂMPADA DO ALADIM

Quem diria que, neste momento, estou com os olhos fechados, sentado numa confortável poltrona da TAM voltando para a minha cidade e sonhando com um futuro melhor e que muitos pensam ser inevitável e vejo jogada no corredor da aeronave uma lâmpada do Aladim e que, ao esfrega-la, saiu de dentro dela um gênio simpático pedindo que eu fizesse um pedido e ele seria concedido.
Esfreguei os meus olhos com as minhas mãos trêmulas com o susto que havia sentido e balbuciei:
- Você é verdadeiro? - falei numa tonalidade de menos 100 decibéis, ou seja, somente eu e o gênio ouvimos a minha voz.
A resposta veio com o inclinar positivo da cabeça daquele cara.
Tomei a palavra e disse:
-Se isso que estou vendo é verdade eu vou arriscar. Queria que a minha pátria fosse uma nação feliz com leis a serem obedecidas e alicerçadas em um trabalho honesto na Justiça, saúde para todos e que a educação se revestisse de um altíssimo nível. Queria que todo o povo fosse feliz e que desaparecessem os políticos ladrões que se acamparam totalmente nos prédios do governo e roubaram bilhões de dólares, dos cofres públicos que perteciam ao povo e muito mais.
O gênio olhou para mim e sorriu.
- Porque você está sorrindo para mim se eu não consigo dormir só em pensar o que eu e toda a população da minha pátria já passa uma fome jamais visto na história e com mais de milhões de pessoas perderam os seus empregos e não sabem o que fazer.
- Mas não é o seu país que é a terra do samba, da mulher e da cachaça?
- Era verdade. Hoje, o samba virou funk onde as bundas são oferecidas e rifadas a todo momento e as  mulheres querendo ser artistas, se preciso deitam no sofá do chefe 
A cachaça caiu numa desgraça em sabor e qualidade Se isso não bastasse a felicidade do povo desapareceu e em seu lugar só ouvimos relatos de intrigas, desgraça, assassinatos  e desamor. É mole?
O gênio ficou pensativo e olhou novamente para os meus olhos e falou numa tonalidade mais baixa:
-Você tem a certeza mesmo que quer felicidade, saúde e educação para todos depois do que você acaba de me dizer?
- É que o samba costuma dar uma folguinha e volta; as mulheres sabem sempre o que querem e isso não mudou desde os tempos de Adão, da cobras, e do paraíso; e a cachaça é questão de se acostumar com ela, seja pura ou misturada com limão e acúcar. Agora, político ladrão é uma peste jamais vencida desde o início da democracia da minha pátria.
Aquela criatura disse que voltaria para a garrafa-lâmpada de Aladim se eu respondesse a uma pergunta. Desafiei e ouvi.
- Pois bem. Samba, mulher e cachaça estão sempre se acomodando na maior festa de sua pátria que é o carnaval.Todos sambam, fazem sexo e bebem demais, dependendo apenas  do momento e dos motivos demonstrando felicidades.
Entretanto, para melhorar a saúde do povo, a educação da sua gente e a obediência das leis vocês teriam que mudar a espécie das pessoas em quem vocês votam para assumirem os seus cargos políticos mentindo e enganando a todos e até a própria Justiça.
- É verdade você tem razão. O que fazer?
- Eu é que lhe pergunto: se você fosse um político votado ou  nomeado como qualquer outro politico em sua pátria, com direitos plenos para mando e desmando sobre os bens e o dinheiro publico, você não faria o mesmo que eles fazem ou ficaria como um palhaço vendo os outros se enriquecerem?
Confesso que fiquei mudo e não respondi.
O gênio olhou severamente para mim:
- Infelizmente ao criar o homem, Deus se esqueceu em colocar nele a decência e o respeito pelos outros  para que a justiça jamais necessitasse de ser chamada.
- Onde você quer chegar? Vai atender ao meu pedido?
- Não! Isso porque você acaba de provar que se você fosse político seria igual aos que você critica agora. 
- Como?
-As suas respostas confirmaram que todo homem é igual em todo lugar do mundo, sendo político ladrão ou um ser comum louco para ganhar um lugar no meio dessa política corruptora. É melhor você voltar logo para a sua pátria e tentar ganhar um lugarzinho nesse mundo defumado.
Imediatamente, o gênio se encolheu e entrou de onde havia saído a lâmpada de Aladim que em segundos desapareceu.