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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

NU OU NUA?


Isto é incrível!                                 
Estou estupefato ao ver, na internet, que a querida "lusa" mandou para todos os internautas as fotos da sua musa vestindo somente uma calcinha e a linda camisa da Portuguesa de Esportes, time tradicional de machões descendentes de portugueses ou de outras raças que gostam desse clube.
Não esperava que o clube do Canindé ficasse tão adoidado com a pujança da sua deusa e a mostrasse para quem quiser ve-la porque os portugueses são ciumentos demais. Posso garantir que ninguém olhou até agora,  por mais que ela mostrasse e beijasse, para a camisa da "lusa"no corpo daquela linda mulher. O bumbum dela chama muito mais atenção. Êta bumbum para qualquer escola de samba fazer sucesso! Em respeito aos meus leitores deixei de mostrar o bumbum dela.Aliás  seria melhor que ela posasse nua e deixasse a camisa pra lá. Oh My God!  Se o Ibraim Sued estivesse vivo e com a sua coluna social, no jornal O Globo, diria que a deusa da Portuguesa seria uma mulher para quinhentos talheres! Deu pra perceber? Ponha mais talheres nisso.
De repente, alguém poderá perguntar o que foi que deu no Aldo pra escrever esse comentário. Eu explico.
Ele, o comentário, não se restringe apenas à portuguesinha da internet. Nada disso. Ele apenas alerta para o que está acontecendo com as belas mulheres, em todo o mundo, que resolveram revelar parte ou todo o corpo nu em campanhas de divulgação de algum produto ou mesmo de clubes ou organizações beneficentes, etc., na busca dos minutos de fama. Isso está acontecendo com calendários dinamarqueses, suecos, alemães, holandeses, norte-americanos, etc. E o pior é que alguns representantes do sexo masculino também aderiram ao espetáculo e aparecem também  nus em postagens para calendários, internet, etc.  E pensar que muitos desses despudorados não costumam assumir o lado machão e nos mostram que são algumas "belezinhas maquiadas", principalmente em academias de ginástica, saunas e outros locais menos votados, procurando o seu espaço para a fama.
Quem diria, não é mesmo? Pois é!
A competição pela nudez está em velocidade máxima e conta com vários órgãos da comunicação social para a sua divulgação competindo com as revistas e DVDs eróticos espalhados por todos os cantos.
Pode ser que alguém me questione se eu gosto ou não de ver um corpo feminino nu ou quase isso. Claro que eu gosto. Ainda pertenço a classe masculina com "M" masculino, turma da "espada", e não pretendo, jamais, incluir alguma mudança na minha classe sexo-social. Tá?
É bonito o corpo nu ou quase nu de uma bela garota para que os homens se excitem, como também é saboroso, para as mulheres, verem fotos de saudáveis representantes da masculinidade despidos e mostrando seus rígidos músculos, carnes, suados, etc.
O que, no entanto, me preocupa é o fato de que, para tudo, há a apelação das mulheres e de homens pelados para tentar mostrar a eficiência de algum produto que nada diz respeito à nudez do ser humano.
Pode ser que a TV tenha colaborado muito para que isso viesse a acontecer, e contando com os canais sociais da informática, a coisa  desgringolou de tal maneira que só vemos pernas, peitos, bundas, etc em todos os lugares que os nosso olhos se voltam.
É bonito? É quando a figura humana fotografada seja também  bonita e bem cuidada. Assim, vale a pena observar esse tipo de propaganda. Caso contrário o produto anunciado não conseguirá ser vendido ou comentado. 
Mas o que interessa mesmo, segundo os tarados e taradas da vez, é que mulher nua e homem nu, agradam e. . . muito!
E você que está lendo essas bobagens que acabo de escrever, o que é que pensa a respeito? Entendi. Não precisa responder porque eu já sei a resposta! Não pensa em nada ou será que só pensa "naquilo"?
Oh my God! Você, como qualquer outra pessoa, apenas devora as fotos e fica pensando: " é melhor ficar vendo a beleza da musa da Portuguesa ou de qualquer outro clube e se possível mais nua ainda."
Não é mesmo?  

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

ACREDITAR E SER PERSEVERANTE

Penso que todos os momentos da vida devem ser vividos como se fossem os últimos.
Para tanto, temos a necessidade de acreditarmos no que estamos ou iremos fazer. E temos que fazer custe o que custar. Se ficarmos ciscando diante de cada passo, as coisas não andam e se complicam, fazendo com que a vida fique insuportável para qualquer um.
Então temos que, em primeiro lugar, acreditar em nós mesmos. Na nossa força de vontade e naquilo que pretendemos realizar. Acreditar sempre, venham ou não, os obstáculos pela frente. Enfrentemos esses obstáculos com a crença de que os venceremos e eles desaparecerão por completo.
Quando saímos das nossas casas em direção à rotina de cada dia, temos que estar preparados para tudo e certos de que será mais um dia a ser vencido com competência e responsabilidade. Acreditar e confiar seriam as palavras determinantes. No entanto, eu acredito mais na perseverança. Sem ela, entendo, o nosso trabalho diário fica fraco com  tendência a desaparecer. Sabe lá o que é mudar de opinião ou de objetivos a cada instante. Eles ficam difíceis de serem encontrados ou perseguidos. E lá vamos nós para o raio que nos partam, outra vez, diria o "seu" Manuel.
Não devemos nos esquecer que tudo caminha e, portanto, cada passo precisa ser estudado e dado no seu devido lugar para se chegar a um ponto do destino. Não interessa o número de passos que deveremos dar. O importante, é darmos os passos. Um após o outro.
Um provérbio chinês afirma que "até as torres mais altas começaram do chão".
É bem provável que o ex-presidente norte-americano, John Kennedy, em um dos seus famosos discursos, tenha tirado desse pensamento, as seguintes palavras: "até uma caminhada de mil milhas, começa com um simples passo". Bastante esperto o homem, né? Pois é. No momento em que estava se acomodando no posto de comandante dos EUA, com a aprovação popular em alta, uma bala perfurou a sua cabeça. 
Talvez esse acontecimento sirva para alertar que, mesmo sendo perseverantes, devemos ter o máximo cuidado com os nossos atos e, muito mais, com aqueles que nascem com os que nos cercam.
Ao final de cada ano, somos levados a uma retrospectiva de tudo que vivemos durante o dito  cujo que se retira do calendário. Lembramos e fatos agradáveis e experiências mal sucedidas. Passamos a desprezar o ano velho e adivinhar como será o ano novo com tudo que queremos para a nossa realização total.
Recebemos abraços e apertos de mãos até de desconhecidos que, sorrindo, nos dizem "Feliz Ano Novo".  Isso acontece com todo mundo.
Segundo as regras da natureza e incorporadas pela física, "para cada ação, há sempre uma contra reação". Se todos desejam, ao mesmo tempo, um feliz ano  novo para todos, entendemos que esta seria uma ação coletiva. Então, onde fica e com quem fica a contra reação? Já pensaram nisso? Pois é. Pensem agora, já!
Acreditar sempre e ser perseverante são regras que podem ou não ser obedecidas ou seguidas. Depende de cada um de nós. " É aqui que mora o pecado", diria Sócrates, o dono de um inferninho na capital paulista. Repito as suas palavras: "Depende de cada um ou cada uma"
Vou sugerir o seguinte: vamos eliminar esse pecado das nossas vidas e acreditar no ano novo que já começa. A perseverança como a arma para alcançar os nossos objetivos deve ser a principal para o nosso futuro que acreditamos será o melhor possível. Caso contrário, não quero nem pensar, senão. . . deixa isso para lá.
E, acreditando que serei bastante perseverante, quero fazer parte do bloco do imponderável:
 FELIZ ANO NOVO!